domingo, 23 de abril de 2017

ROADIE METAL VOLUME 9 – CADIA DIA MAIS SURPREENDENTEMENTE UNDERGROUND!


“Roadie Metal Vol.9” – Vários
ANO: 2017
SELO: Roadie Metal Records
FAIXAS:
CD 1
1.  RUINS OF ELYSIUM – Serpentarius/
2.  OLDER JACK – Wahnsinn/
3.  PATO JUNKIE – The Rag Doll/
4.  STONERIA – Latino Americano/
5.  DEMONS INSIDE – Remorse, Effect of Traumas…Remais/
6.  LASTING MAZE – Forsaken Land/
7.  CÁLIDA – Viemos para Ficar/
8.  THE PANTOMS OF THE MIDNIGHT – Midnight/
9.  LO HAN – Waiting for You/
10.              PÁTRIA REFÚGIO – Guerras Atuais/
11.              STONEX – Maggots (in my Brain)/
12.              OZOME – Tudo Veio da Lama/
13.              MARCO ZERO – Efeito Moral/
14.              INDOMINUS – The Arsonist/
15.              IN THE SENT – Dar o Culto da Manhã/
16.              ATTÍVITA POWER TRIO – Vestido de Seda/
17.              LEXUZA – Natural/
CD 2
1.  HEAVENLESS – Hatred/
2.  CORE DIVIDER – Ignorance/
3.  COAST TO COAST – Alive/
4.  CONCEPT OF HATE – Black Stripe Poison/
5.  VULTURES – A Stranged Land/
6.  UNKNOWN CODE OF EXISTENCE – We Are Not Mere Aliens (Instrumental)/
7.  R.I.V. – Headache/
8.  PATRICK PEDROSO – Only Ashes/
9.  ELIZABETHAN WALLPURGA – The Serpent’s Eyes and the Horns of Crown/
10.              INFERMS – Sadistic Desire/
11.              VILETALE – Vile/
12.              SAGRAV – The Lynching/
13.              TORMENTORS – For Hate/
14.              VISCERAL – Maldito/
15.              LASCADOS – Sem o Próprio Chão/
16.              BRUNO F. VASCONTIN – Resurrected/
17.              RINITS HORROR SHOW – Morte de Verão/

  Toda santa vez que pego uma edição nova da coletânea “Roadie Metal”, que eu carinhosamente chamo de ‘catálogo do underground’ eu tenho um misto de satisfação e ansiedade. Satisfação pelo fato de saber que vai ter muuuuuita coisa boa ali naqueles dois disquinhos encartados carinhosamente naquele digipack e ansiedade para arrumar tempo pra ouvi-lo de cabo a rabo sem interrupções (o que na correria do dia-a-dia fica inviável) e também fico ansioso em saber como vou transcrever a quantidade de arte e cultura contidas ali dentro, não é fácil, já vou dizer de antemão.
  São 34 bandas na média, com qualidades suficientes para tocar em qualquer palco de porte médio/grande deste país, poderiam essas bandas encharcar um festival independente como os ‘qualquer coisa Paloosas’ da vida, ou os Palco do Rock da vida, ou até os Rock in Rio da vida, mas a gente sabe que isso não vai acontecer, o que é uma triste constatação...
  Logo no primeiro CD temos bandas que cantam em alemão (OLDER JACK), bandas mezzo-brasileiras-mezzo-italianas (RUINS OF ELYSIUM), bandas que resgatam nossas raízes (STONERIA), Metal direto e reto (DEMONS INSIDE), baladona rasgada (LO HAN), letras fascinantes (PÁTRIA REFÚGIO, CÁLIDA), bandas cantando em bom português (OZOME, MARCO ZERO, etc...) e até trocadilhos infames em um bom ‘Roquenrou’ (IN THE SENT), entre outras coisas boas...

  O CD 2, conforme já estamos acostumados vem com peso em dose extra, é onde o coro come mesmo e os demônios são exorcizados na porrada! Porrada essa que começa a comer com HEAVENLESS e CORE DIVIDER, dá uma trégua suave com o som mais atualizado do COAST TO COAST, tem groove e pogo também com CONCEPT OF HATE, tem instrumental experimental com UNKNOWN CODE OF EXISTENCE e instrumental pra guitarristas com rifferama e solos inspirados de PATRICK PEDROSO, tem também aquele Blackão clássico com ELIZABETHAN WALLPURGA e a brutalidade de INFERMS e VISCERAL e mate aquele Horror à lá MISFITS do RINITS HORROR SHOW, entre outros talentos obscuros.
  Realmente Gleison Junior reuniu neste nono volume uma grande parcela de talentos desconhecidos da nossa cena nacional, cobrindo o território brasileiro por completo com bandas de todas as regiões e estados desse país enorme que dá as costas aos seus artistas.
  Contatos com a equipe ROADIE METAL para você descolar sua cópia, ou até integrar uma edição futura se fazem pelos canais:


domingo, 16 de abril de 2017

REBEL MACHINE – HARD, GRUDENTO, LASCIVO!


DISCO: “Nothing Happens Overnight”
ANO: 2016
SELO: Independente
FAIXAS:
1.  Don’t Tell me I’m Wrong/
2.  Down the Road/
3.  Waiting for You/
4.  It Doesn’t Matter to Me/
5.  Goodbye Honey/
6.  Run Away/
7.  Nothing On Me/
8.  Life is Fucking Good/
  Lá de Porto Alegre (RS) eu recebi esse baita disco de estreia dessa bela banda de HARD ROCK, com timbres e roupagens modernas (não modernosas) esse som me deixou com um largo sorriso de vai de uma orelha à outra. Que pegada! Era desse tipo de banda que eu andava sentindo falta no Brasil, me parece que o país tem poucas bandas do chamado ‘Hardão’ ou que elas não sabem trabalhar sua divulgação, porque, ouve-se muito pouco delas por aí, aqui prevalece o peso extremo, mas enfim...
  O disco tem aquela pegada que passei por uma sonoridade de Hard Rock bem anos 2000, no estilo ADLER’S, GEMINI FIVE entre outras, até com uma pitadinha de HELLACOPTERS aqui ou acolá, a banda formada por Marcelo Pereira (v), Murilo Bittencourt (g), Marcel Bittencourt (bx) e Chantós Mariani (bt) impressiona muito positivamente qualquer fã de Hard que se preze, tanto que a abrangência de sua sonoridade chegou conquistando território nos ouvidos europeus sem muito esforço levando até citações honrosas em Estocolmo (Suécia) pela faixa ‘Don’t Tell me I’m Wrong’ e não para por aí, afinal ‘I’t Doesn’t Matter to Me’ também tem uma baita empolgação estradeira daquelas que os instrumentistas literalmente largam a mão em seus respectivos instrumentos sem dó!
Chantós (bt), Murilo (g), Marcelo (v), Marcel (bx) - REBEL MACHINE

  Mais informações sobre essa bela banda se fazem através dos links:
YouTube: www.youtube.com/rebelmachineofficial
Soundcloud: www.soundcloud.com/rebelmachineofficial
Facebook: www.facebook.com/rebelmachineofficial
Instagram: www.instagram.com/rebelmachineofficial
Twitter: @rebelmachine1 

sexta-feira, 14 de abril de 2017

FATAL SCREAM – Metal profissional tipo exportação!



DISCO: “From Silence to Chaos”
ANO: 2016
FAIXAS:
1.  From Silence to Chaos/
2.  Killer Wolf/
3.  Trapped/
4.  Before the Judgment/
5.  Betrayer (Shake)/
6.  Mental Prison/
7.  Utopia/
8.  Last Breath/
9.  Machine Head/

  Ouvindo esse primeiro álbum dessa promissora banda paulista, me peguei viajando lá para os anos 90, ouvindo aquelas bandas que faziam um trabalho esmerado e maravilhoso no Metal, desde os discos solos de BRUCE DICKINSON+ADRIAN SMITH, passando pelo MEGADETH, até SYMPHONY X entre outros.... tudo isso com uma vocalista feminina que não canta com aquela voz de mulher, nem gutural como um ARCH ENEMY, por exemplo, a vocalista Carol Lima tem uma voz poderosa e toda sua, sem precedentes que me venham à cabeça neste momento. O extremo talento de precisão cirúrgica que expele do instrumental carregado dos guitarristas Zé Roberto e Diego Aricó (com solos de enlouquecer) nos prende a atenção nos detalhes lapidados pela cozinha talentosíssima de Rodrigo Hurtiga com seu baixo pesado e gordo e Carlos Lourenço, baterista que usa com conhecimento de causa o pedal duplo sem exageros.
Rodrigo Hurtiga (bx), Zé Roberto (g), Carol Lima (v), Carlos Lourenço (bt), Diego Aricó(g)

  É de um peso impressionante faixas como ‘Killer Wolf’ ou ‘Betrayer’ e ‘Before the Judgment’ começa bem elegante e singela, nos violões e vocal bem imposto logo descambando pra uma quebradeira louca de velocidade profissional, aliás, não há nada que seja menos que profissional nesse trabalho, desde a capa e tratamento gráfico até as últimas notas com qualidade de gravação e captação acima da média, isso tudo sem desviar o foco das letras e musicalidade que são os pontos principais de um álbum que se preze.
  Mais uma vez temo pelo futuro dessa promissora banda que acaba de iniciar sua caminhada, aja visto pelo gigante histórico de bandas maravilhosas que o Brasil pariu e abandonou fazendo-as desaparecer sem deixar um nome de relevância... Desejo todas as realizações à esse quinteto paulista, que eles levantem voo rumo ao mercado exterior e que tenham uma longa e prolífica carreira adiante, eles tem potencial pra muito!

  Contatos obrigatórios se fazem através dos links abaixo:

domingo, 19 de março de 2017

ELEPHANT CASINO - Hard Prog de Belo Horizonte expandindo os horizontes musicais!


BANDA: ELEPHANT CASINO
DISCO: “Believe”
ANO: 2016
SELO: Independente (www.elephantcasino.net )
FAIXAS:
1.  Believe/
2.  Stardust/
3.  Return/
4.  The Haze/

    Eu não estou conseguindo definir com precisão o que é esse som do ELEPHANT CASINO. É um sentimento que eu tinha nos anos 90 quando ouvia DR. SIN, QUEENSRÿCHE, uma pitada do velho DREAM THEATER, um téquinho do STRATOVARIUS mas com aquele grude Hardão do MR. BIG, VAN HALEN e até o RUSH mais moderno, enfim, um sentimento muito bom que me remeteu ao meu quarto forrado de pôsteres pelas paredes e pilas de fitas K7 que rodavam uma após a outra sem intervalos.
    Essa banda de Belo Horizonte (MG) esta na estrada à pouco mais de um ano com os vocais únicos de Fabrício Araújo, as guitarras atmosféricas e polidas de Rafael Fajardo, o baixo muito bem trabalhado de Vinícius Silveira e uma bateria bem na escola de IVAN BUSIC à cargo de Diego Sans. Sim, eu me lembro de várias canções mais progs do DR. SIN enquanto escuto essas quatro pérolas que não podem ficar no underground, esse vocal poderosíssimo (não é agudo, podem confiar em mim) de Fabrício e esse instrumental ultra-mega-agradável e competentíssimo tem que romper as amarras nacionais e ganhar o mundo, seria uma dádiva a todos que pudessem ter o prazer de ouvir esse tipo de música.
Diego (bt), Vinícius (bx), Fabrício (v), Rafael (g/v)
ELEPHANT CASINO
  O disco começa com tudo na faixa título, segue com uma balada atmosférica chamada ‘Stardust’, vão rumo ao infinito musical com ‘Return’, bem estradeira (nessa tive algumas lembranças leves da velha banda campineira REI LAGARTO) e fecham com aquela pegada QUEENSRÿCHE em ‘The Haze’. E aí você se pega pensando: “...o quê foi tudo isso?” Só quatro músicas fizeram um regaço desses na minha memória remissiva musical? Eles precisam de um disco full-lenght urgente!
  O disco se encontra em formato físico à venda por R$10,00 ou pela web.
  Confiram mais em:


Direto de Mossoró (RN) a força metálica do REVANGER!


BANDA: REVANGER
DISCO: “Gladiator”
ANO: 2015
SELO: Rising Records
FAIXAS:
1.  Enter Hades/
2.  Crazy Words/
3.  Hell’s Angels/
4.  The Evil Song/
5.  Gladiator/
6.  Chuva de Balas/
  
    Tudo de bom que aquele ‘traditional Heavy Metal’ herdado dos 80’s pode nos proporcionar a banda REVANGER aplicou em seu som. Originária de Mossoró (RN) essa banda formada por Patrick Raniery (v), Diego Sampaio (g), Diego Miranda (g), Guibyson Rodrigues (bx) e Vicente Mad Butcher (bt) tem aquela pegada rápida e cortante dos alemães RUNNING WILD, ACCEPT, aliada a letras e temáticas exploradas na NWOBHM, com certas referências à SAXON e lembranças de DEMON inclusive. VIRGIN STEELER, MANOWAR também fazem parte da receita...

    O vocalista tem um timbre não muito alto, é até moderado, mas marcante, diria que é ‘na medida certa’, as guitarras gêmeas (ou não) são aquela maravilha que esperamos do estilo, a bateria esmerada e o baixo conciso dão o tempero definitivo na sonoridade. Aposto que essa resenha está lhe soando clichezona, com essas palavras que você já leu milhares de vezes nas antigas revistas, mas o quê eu posso dizer de uma banda que executa exatamente aquela delícia de som que procurávamos na nossa juventude? O quê eu posso dizer de um disco de ‘traditional Heavy Metal’? O quê eu posso dizer sobre um disco que você põe pra ouvir e imediatamente você quer vestir seu velho coletinho forrado de patches (que muitas vezes nem lhe cabe mais, mas que você fez questão de guardar pra sempre tamanha as histórias que ele carrega), você quer vestir seu jeans surrado, sua camiseta predileta (aquela que ficou cinza) e meter uns braceletes e sair por aí batendo cabeça pra sempre (mesmo que sem aqueles cabelos de outrora). Vou dizer que a banda é saudosista e não fez nada de novo? Jamais! Irei dar ênfase que eles não querem mudar o mundo e sim uni-lo em torno de um propósito metálico, que eles não querem reinventar a roda e sim abrir uma gigantesca roda de mosh-pit e nos deixar com aquele sorriso bobo que há muito tempo não deixamos escapar.
  It’s only HEAVY METAL, but I like it!
Contatos:


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

"Dispassion" - VOODOO SHYNE 5 anos depois.


BANDA: VOODOO SHYNE
DISCO: “DISPASSION”
ANO: 2017
FAIXAS:
1.  Oi!/
2.  O Toque/
3.  Só Sei que Sei/
4.  Copycats/
5.  Bite the Bullet/
6.  A Garota Hodierna/
7.  Madrugada Afora/
8.  S.M.S./

  Após 5 anos o baixista e vocalista paulista Voodoo Shyne reaparece na cena com mais um disco full-lenght forte e variado ao mesmo tempo.
  Com seu fiel escudeiro, o guitarrista Estevan Sinkovitz e o baterista Danilo Cremasco, VOODOO SHYNE aparece com um disco mais variado que o anterior “Satan’s Gonna Like It” de 2012. O novo disco começa pesado, moderno e seco com a faixa ‘Oi!’ (não, ela não tem anda a ver com política ou carecas). E a pegada urgente continua na segunda faixa, ‘O Toque’, a primeira em português, muito legal, com uma vaga lembrança de QUEENS OF THE STONE AGE e outras da mesma safra, o vocal varia do seco e conciso ao melódico e lírico sem maiores problemas.
  A terceira faixa continua a saga da língua-mãe, com sua suavidade e letra abstratamente poética, eu tive um lampejo remissivo de SECOS & MOLHADOS ao ouvi-la. Uma bela peça musicalmente delicada, com nuances até meio fantasmagóricas.
  Pra levantar polêmicas surgem riffs ganchudos e uma letra lindamente provocante atacando os ‘marionetes na cena’ na letra de ‘Copycats’, apreciem.
  ‘Bite the Bullet’ nos remete sonoramente ao disco anterior e é a mais agitada do play até então, toda orientada pelo baixo distorcido, bem a cara do VOODOO SHYNE que nos acostumamos a ouvir.
  Em ‘A Garota Hodierna’, o título vem em português, mas a letra é cantada em inglês, porquê? Eu sei lá, coisa de artistas! Hehehe Só sei que o instrumental é bem envolvente, assim como a letra, que na verdade se interliga com a próxima ‘Madrugada Afora’, essa sim toda em bom português.
  Pra fechar o disco, vem a faixa ‘S.M.S.’ outra que tem uma sonoridade bem clássica do VOODOO SHYNE, mas que letra é essa cara? Vai deixar a gente com a pulga atrás da orelha mesmo? A letra fala sobre as durezas da estrada do ROCK AND ROLL, mas, tem uma frase no final que nos deixou apreensivos... confira mais do material da banda adquirindo ele nos canais de contado com o artista em:


 




domingo, 19 de fevereiro de 2017

SHADOWRATH - Explicitando em seu som as agruras que o ser humano esconde


BANDA: SHADOWRATH
DISCO: “IN THE SHADOWS”
ANO: 2017
SELO: Independente (www.shadowrath.com)
FAIXAS:
1.  Become End/
2.  In the Shadows/
3.  Meaning/
4.  No Goodness in my Heart/
5.  Suicide/

  O que o lado mais obscuro da alma teria a dizer se ele pudesse falar? Isso que todo mundo tem, mas faz questão de esconder é o que a banda paulista SHADOWRATH tem a dizer através de sua obra musical.
  Oriundos de São Paulo, esse quarteto lança seu primeiro EP calcado no subestilo metálico que, acostumou-se a chamar de Melodic Death Metal no começo deste novo século. Sim, a sonoridade nos remete às bandas de Power Metal do comecinho dos 2000 e o vocal gutural (além da temática) deixa bem claro que eles adoram sons do norte gelado da Europa, pois é, daí formou-se um híbrido de Death Metal e Heavy Metal Melódico, muito difundidos na década passada e que ainda se mostra presente na cena mundial e aqui no Brasil também, aja visto esse EP que chegou aqui na redação de forma virtual, pois é, esse formato econômico que as bandas arranjaram de divulgar seu próprio som é muito funcional e prático para os artistas independentes que não tem aquela grana desejada para investirem em suas divulgações, mas, enfim, vamos ao som que, como já falei está calcado naquele instrumental limpo e pesado de JUDAS, MAIDEN, GAMMA RAY entre outros mas aliado a vocais completamente guturais, à lá CHILDREN OF BODOM, TESTAMENT e até PANTERA, mas o que mais chama a atenção é a destreza das guitarras que mais parecem giletes cortando a carne profundamente jorrando sangue em profusão, ou seja, guitarras realmente afiadas e afinadas!

  Formada atualmente por Walter Vaughan (v/g), Vic Souza (g), Ariel Genaro (bx) e Felipe Lad Muniz (bt) essa banda tem muita estrada pela frente ainda e muito som pra mostrar pelos palcos mundo afora. Desejo-lhes toda sorte nesse Underground concorrido e injusto que temos abaixo do Equador e que consigam romper fronteiras para acima dessa linha geográfica imaginária, conquistando as terras geladas, onde esse estilo de som tem um amplo mercado a ser explorado.
  Ficou curioso sobre como soa essa banda nova?
  Aqui deixo os links:


Facebook: https://www.facebook.com/ShadoWrath/